Posts Tagged ‘Permacultura’

Cursos para o segundo semestre

Prezados Amigos,

No próximo semestre estaremos trabalhando em parceria com o Centro de Jardinagem e Arte Floral do Paraná – CEJARTE na realização de cursos.

A programação para os próximos meses é a seguinte:

Curso de Design em Permacultura
Data: : 08 de agosto a 12 de dezembro 2014
Horário: sexta-feira – 18:00h as 21:00h + 1 sábado por mês das 9:00h as 17:00h.
Valor: R$ 950,00 (novecentos e cinquenta reais)

Curso de Jardinagem e Paisagismo
Data: 12 de agosto a 30 de setembro de 2014.
Horário: Turma A – terça-feira – 14:00h às 17:30h,
Turma B – terça-feira – 18:00h às 21:00h.
Valor: R$ 400,00 (quatrocentos reais)

Curso Varanda, Quintais e mais…
Hortas e Pomares em pequenos e grandes espaços

Data: 07 de outubro a 25 de novembro de 2014.
Horário: Turma A – terça-feira – 14:00h às 17:30h,
Turma B – terça-feira – 18:00h às 21:00h.
Valor: R$ 400,00 (quatrocentos reais)

Curso de Arranjo Floral – Doméstico
Data: Turma A:07 e 14 de agosto de 2014.
Turma B:02 e 09 de outubro de 2014.
Horário: quinta-feira – 14:00h às 17:30h,
Valor: R$ 100,00 (cem reais)

Curso de Vasos e Floreiras
Data: Turma A:04 e 11 de setembro de 2014.
Turma B:06 e 13 de novembro de 2014.
Horário: quinta-feira – 14:00h às 17:30h,
Valor: R$ 100,00 (cem reais)

Curso de Orquídeas
Data: 18 e 25 de setembro de 2014.
Horário: quinta-feira – 14:00h às 17:30h,
Valor: R$ 100,00 (cem reais)

Curso de Arranjo para Natal
Data: 20 e 27 de novembro de 2014.
Horário: quinta-feira – 14:00h às 17:30h,
Valor: R$ 100,00 (cem reais)

Local: CEJARTE – Rua Marciano Dombeck, 106 – Seminário – Curitiba.

Solicite ficha de inscrição com formas de pagamento, programa e cronograma das atividades pelo e-mail cejarte@yahoo.com.br ou pelo telefone (41) 3244-6165.
Os cursos acontecerão com no mínimo dez e no máximo vinte alunos.

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CURSOS 2014

Os cursos acontecem em Curitiba (aulas teóricas)  quintas e sextas das 18:00 às 21:00h e Campo Largo (aulas práticas) aos sábados pela manhã e à tarde.

 

Varandas, Quintais e mais…


folder 2014

A carga horária será de 30 horas, sendo 24 horas de aulas teóricas e 6 horas de aulas práticas.

As aulas teóricas acontecerão às quintas-feiras, do dia 05 de junho ao dia 02 de agosto de 2014, das 18:00h às 21:00h na sede do CEJARTE e as práticas nos dias 28/06, 26/07 – sábados das 14:00h às 17:00h na Chácara Boa Vista.

Os temas abordados serão o meio ambiente e suas relações (solo, água, atmosfera, plantas, animais, homem), produção de hortaliças e frutas em pequenos e grandes espaços, cuidados com a água e alternativas energéticas.

Instrutora: Karen Sprenger é engenheira agrônoma, permacultora e promove cursos de permacultura e bioconstrução desde 2007 na Estação de Permacultura Chácara Boa Vista, além de ministrar palestras na área de produção orgânica e jardinagem.

Local: CEJARTE – Rua Marciano Dombeck, 106 – Seminário / Estação de Permacultura Chácara Boa Vista – Estrada do Cerne, km 23,5 – Campo Largo

Valor: duas parcelas de R$ 150,00 (cento e cinquenta reais).

Informações e inscrições podem ser feitas pelo e-mail kksprenger@gmail.com ou pelos fones (41)3244-6165 ou (41) 9243-9284.

 

 

 

Curso de Design em Permacultura – PDC – Semestral

folder 2014

O curso é uma imersão prática nos conceitos e princípios do planejamento para uma cultura permanente. Envolve exposições teóricas e exercícios de aprofundamento prático. Os participantes executam a análise e o design de uma propriedade a partir de fundamentos aprendidos.

A carga horária será de 90 horas, sendo 72 horas de aulas teóricas e 18 horas de aulas práticas.

As aulas teóricas acontecerão às sextas-feiras, do dia 06 de junho ao dia 21 de novembro, das 18:00h às 21:00h na sede do CEJARTE e as práticas nos dias 28/06, 26/07, 30/08, 27/09, 25/10 e 22/11  – sábados das 9:00h às 12:00h na Chácara Boa Vista.

De modo resumido os temas abordados serão os seguintes: Introdução (generalidades), Design (princípios), ética e padrões, solo e água como uma unidade, manejo das zonas (com vegetais e animais), florestas, construções (Zona 1) e a realização do Design por parte das equipes (pequenos grupos) de participantes.

Instrutora: Karen Sprenger é engenheira agrônoma, permacultora e promove cursos de permacultura e bioconstrução desde 2007 na Estação de Permacultura Chácara Boa Vista, além de ministrar palestras na área de produção orgânica e jardinagem.

Local: CEJARTE – Rua Marciano Dombeck, 106 – Seminário / Estação de Permacultura Chácara Boa Vista – Estrada do Cerne, km 23,5 – Campo Largo

Valor: seis parcelas de R$ 180,00 (cento e oitenta reais).

Informações e inscrições podem ser feitas pelo e-mail kksprenger@gmail.com ou pelos fones (41)3244-6165 ou (41) 9243-9284.

Curso em março

varandas, quintais e mais

Feliz Ano Novo

Desejo a todos um excelente 2012.

A chácara está passando por uma grande reformulação, assim por enquanto não estaremos recebendo visitas nem promovendo cursos.

Postaremos as novidades em breve.

Por enquanto vamos divulgando o trabalho dos amigos.

Na Semana Santa,  de 31 de março à 8 de abril de 2012, na Estação de permacultura de Yvy Porã- São Pedro de Alcântara – SC, acontece o primeiro PDC na Casa da Montanha. Este PDC é certificado pelos permacultores Jorge Timmermann e Suzana Maringoni.

Para maiores informações acesse :

http://yvypora.wordpress.com/2012/02/06/primeiro-pdc-na-casa-da-montanha/

Confira a programação e as demais atividades dessas pessoas especiais que são o Jorge e a Suzana.

Abraço a todos.

Karen

Técnicas de Construção com Terra Crua – Construção Natural

Quando escrevi o artigo sobre adobe aqui no blog não imaginava a repercussão que teria.

Mais do que isso, não imaginava que teria que estudar mais um bocado para poder responder aos questionamentos e dúvidas que surgiram.

E isso foi muito bom pois acabei aprendendo muita coisa interessante.

O assunto do momento é o aquecimento global e imediatamente nos lembramos dos grandes vilões da vez, os automóveis, e não nos damos conta do quanto nossas casas também contribuem para o agravamento da situação.

Você já pensou em quanta energia se gasta para produzir e transportar os materiais de construção, usados corriqueiramente, como tijolos cozidos e cimento?

E a energia que usamos para aquecer ou resfriar nossas casas e escritórios?

Por outro lado, você sabia que aproximadamente 1/3 da população mundial vive em edificações que utilizam a terra e técnicas com barro como a base de suas construções?

As construções feitas com terra crua apresentam um excelente conforto térmico, mantendo a temperatura e a umidade relativa do ar estáveis ao longo do ano dentro dos ambientes construídos.

O gasto de energia para transporte e transformação dos materiais utilizados é praticamente nulo.

“Uma construção tradicional é vernacular por essência, ou seja, utiliza materiais e técnicas próprias de seu lugar, demanda pouca energia para sua construção e demonstra enorme respeito ao meio na qual está edificada; fazendo parte assim do amplo leque das construções sustentáveis.” (http://ambiente.hsw.uol.com.br/adobe.htm)

Para conhecer um pouco da história das construções com terra acesse http://ambiente.hsw.uol.com.br/adobe2.htm.

Em uma construção natural podemos utilizar além da terra, pedras, fardos de palha, bambu, tocos de madeira e resíduos não processados.

Aqui falaremos das técnicas que utilizam a terra crua como matéria prima.

Para as diferentes técnicas utiliza-se uma massa básica constituída de terra com 60 a 70% de areia, 30 a 40% de argila e água em quantidade suficiente.

Alguns aditivos podem ser agregados de acordo com as necessidades ou com a técnica escolhida.

Os principais aditivos são:

Esterco de vaca ou cavalo que são estabilizantes químicos da massa.

Grãos, fibras, folhas secas e limpas, capins e palhas que estabilizam a massa e “amarram” internamente as partículas de areia e solo.

Cimento, cal e ou cinzas que proporcionam uma liga mais resistente e mais durável.

Óleos vegetais, látex, seivas e ou betume asfáltico que torna a mistura mais impermeável e com menos água fica mais resistente às intempéries.

(http://ambiente.hsw.uol.com.br/adobe3.htm)

Outro aspecto importante diz respeito à fundação e cobertura dessas edificações.

A fundação tem por finalidade isolar as estruturas de parede da umidade do solo.

Pode ser feita de concreto ou pedras.

A cobertura deve proporcionar um beiral de pelo menos 50cm.

As paredes devem receber uma proteção  e/ou pintura.

Técnicas

Adobe

A massa básica do adobe é feita com terra local (60 a 70% de areia, 30 a 40% de argila) e água suficiente para que se obtenha uma massa plástica e moldável.

Como aditivo físico pode-se utilizar algum tipo de capim ou palha longa e como estabilizante químico usa-se o esterco de vaca ou cavalo.

Nesse ponto acontece a primeira grande dúvida, como pudemos observar nos comentários do blog.

Onde vou conseguir o esterco, há algum substituto?

Tendo lido muitas informações sobre o adobe, poderia dizer que o esterco e a palha não devem ser os fatores limitantes para a fabricação dos tijolos, uma vez que, como dito anteriormente, a massa básica original é terra e água.

Os aditivos possíveis são citados no início do texto, mas gostaria de sugerir que sejam utilizados preferencialmente aqueles não industrializados.

Um dos aditivos substitutos mais citados é a cal. É importante utilizar a cal hidratada. A quantidae sugerida é aproximadamente 10% do total da mistura, por exemplo, para cada 10 litros de terra (um balde) usa-se 1 kg de cal. Mesmo utilizando-se a cal hidratada é importante lembrar que a mistura pode “queimar”, então é recomendável usar luvas e botas para trabalhar.

A terra deve ser peneirada e a massa deve ser muito bem amassada. Pode-se deixar a massa misturada descansando por uns dois à sombra. Depois desse período mistura-se novamente a massa e adiciona-se a água.

Os tijolos prontos devem descansar à sombra para secar.

Quanto maior a umidade ambiente mais demora para secar o tijolo. Em locais sujeitos a chuva eles devem ficar em local aberto, arejado e coberto.

Os tijolos devem ser virados com freqüência para uma secagem homogênea.

A massa utilizada para assentar os tijolos e para rebocar as paredes é a mesma que se usa para fazer os tijolos.

COB

Esta técnica utiliza a mesma massa do adobe, porém diretamente no local da construção.

São feitas bolotas com a massa e essas são assentadas umas ao lado das outras em camadas de até 20 cm. Faz-se todo o perímetro do cômodo a ser construído de uma só vez, respeitando as camadas. Cada camada deve secar bem antes de se começar a próxima camada.

Os cuidados com a fundação e cobertura são os mesmos que para as demais construções com terra crua.

Esta técnica permite que se façam cômodos circulares e se agreguem esculturas na própria estrutura das paredes.

(http://permaculturabr.ning.com/group/biocasa/forum/topics/tecnica-cob#.Tq36knImu9s)

Taipa de Pilão ou Taipa Socada

A massa usada é apenas terra (60 a 70% de areia, 30 a 40% de argila) e água apenas para umedecer. Pode-se acrescentar 10% de Cal na mistura.

Essa massa é colocada em uma forma instalada onde será levantada a parede e socada até tornar-se um bloco compacto.

As camadas de terra devem ser pequenas e bem socadas.

Cada vez que se preenche completamente a forma, ela é desmontada e montada novamente acima do nível concluído e o processo continua até a altura desejada.

                   http://ambiente.hsw.uol.com.br/adobe6.htm

 (http://yvypora.wordpress.com/2007/06/17/terceira-parede/43/)

Essa técnica proporciona a construção de paredes muito sólidas e que depois de prontas recebem um bom reboco e pintura.

Informações bem detalhadas são encontradas no blog da Casa da Montanha (http://yvypora.wordpress.com/category/paredes-de-taipa/)

Taipa de mão ou Pau-a-Pique

Esta é uma técnica onde se utiliza uma armação de madeira ou bambu recoberta com barro.

Bastante utilizada no meio rural, sofre de alguns preconceitos, mas o trabalho sendo realizado com critério e rigor cria estruturas muito bonitas e agradáveis.

É importante que se faça uma boa fundação que isole as paredes da umidade do solo e também um bom sistema de sustentação da armação de madeira.

 (http://static.hsw.com.br/gif/adobe-taipa-mao-b.jpg,

http://static.hsw.com.br/gif/adobe-taipa-mao-c.jpg)

A massa utilizada para recobrir a estrutura é a mesma usada para o adobe, isto é, terra local (60 a 70% de areia, 30 a 40% de argila), água suficiente para que se obtenha uma massa plástica e moldável, algum tipo de capim ou palha longa e esterco de vaca ou cavalo.

A estrutura deve ser preenchida com a massa sem deixar buracos ou falhas. Após a secagem, por umas três ou quatro semanas, podem aparecer algumas rachaduras que devem ser fechadas com a mesma massa utilizada anteriormente, Faz-se essa opração com uma espétula, preenchendo bem todas as trincas e deixando a parede toda com a superfície bem uniforme.

Após mais um mês faz-se a aplicação do reboco utilizando-se uma massa de barro e cal. Depois de seco o reboco é só pintar.

As paredes de taipas apresentam menor resistência à compressão, então sugere-se que a cobertura dessas construções seja feita com materiais leves e respeitando-seum beiral de pelo menos 50cm.

CORDWOOD (toquinhos de madeira)

A massa utilizada aqui é composta de terra local (60 a 70% de areia, 30 a 40% de argila)+serragem+cimento+cal.

Uma receita que pode servir de exemplo é a seguinte:

2 baldes de terra peneirada

1 balde de areia média peneirada

1 balde de cal

2/3 de balde de cimento

1 balde de serragem deixada de molho de um dia para o outro.

A terra disponível nesse caso tem uma proporção de aproximadamente 40% de AREIA E 60% DE ARGILA, por isso acrescenta-se a areia para se chegar à proporção necessária de 60% de AREIA E 40% DE ARGILA.

A massa é utilizada para assentar os tocos de madeira ou garrafas e assim forma-se a parede.

Não se faz reboco sobre a parede acabada.

SUPERADOBE

“Esta técnica ganhou notoriedade em 1984 quando a Agência Aeroespacial Norte Americana (NASA), promoveu um simpósio (Lunar Bases and Space Activies of the 21º Century) reunindo arquitetos e engenheiros para discutir a viabilidade de se construir na Lua.

Criado por Nader Khalili, arquiteto iraniano radicado nos Estados Unidos, o super adobe surpreendeu por evitar que grandes quantidades de material tivessem que ser levados ao espaço.” (http://ambiente.hsw.uol.com.br/adobe4.htm).

A técnica consiste em preencher com terra sacos de polipropileno que são empilhados formando as paredes.

Cada camada assentada deve ser bem socada e um fio de arame farpado deve ser colocado entre as camadas ara dar maior estabilidade ao conjunto.

Após a conclusão da estrutura faz-se um reboco como nas técnicas anteriormente descritas.

Algumas conclusões

Antes de iniciar uma construção, seja qual for a técnica escolhida é preciso lembrar que esta é uma empreitada que requer comprometimento e responsabilidade.

Avaliar a disponibilidade de material, tempo e mão de obra é imprescindível para decidir qual a técnica mais adequada.

Escolhida a técnica muitos testes devem ser feitos antes de iniciarmos a obra. Faça pequenos protótipos e observe os resultados.

Anote as “receitas” para saber qual deu certo e assim poder repeti-las com sucesso.

Para que sejamos coerentes com essa escolha, devemos nos lembrar que não basta construir paredes de forma “alternativa”.

Uma construção natural implica no uso consciente  e racional dos materiais, mesmo que sejam “de graça”, adequação dos sistemas de iluminação e tratamento de resíduos e uma inserção responsável na comunidade.

Quando tomamos os devidos cuidados podemos construir uma casa que será efetivamente um lar que terá a nossa cara.

Alguns sites para consulta

http://yvypora.wordpress.com/

http://www.abeta.com.br/aventura-segura/socioambiental/pgn.asp?id_pg=114&nivel=2

http://www.abcterra.com.br/construcoes/index.htm

http://ambiente.hsw.uol.com.br

PDC na Chácara 4ª Edição – tá chegando a hora!

Estamos a poucos dias do início de nosso PDC.

Teremos participantes do Paraná, São Paulo e até da Alemanha!

Depois do curso estaremos postando as fotos.

Sds,

Karen

Cronograma das atividades do PDC na Chácara 4ª Edição

Temas para as práticas:

– Construção: paredes, forno, pintura.

– Saneamento: círculo de bananeiras.

– Produção: canteiros, panelas, mandala, canais de infiltração.

– Outros: sabão.

Caso haja outras necessidades do grupo, outros temas poderão ser abordados nas aulas práticas.

Algumas práticas dependem das condições do tempo, assim podem ocorrer mudanças no cronograma.

A caminhada pela chácara é importante para que se possam visualizar e apreender conteúdos teóricos abordados durante o curso.

Informações sobre o curso:

Data: 03 a 11 de setembro de 2011.

Instrutores: Jorge Timmermann, Suzana Maringoni e Karen Sprenger

Local: Chácara Boa Vista. A chácara fica no município de Campo Largo, distante aproximadamente 25km do centro da cidade de Curitiba.

Valor: R$ 670,00 (seiscentos e setenta reais) – esse valor refere-se ao curso, hospedagem, alimentação, traslado até a chácara, cd com informações e fotos e certificado com validade internacional.

Forma de pagamento: R$ 100,00 inscrição + R$ 570,00 até o início do curso.

Para o bom andamento do curso as vagas serão limitadas a 20 pessoas.

Opções de alimentação lacto-ovo-vegetariana.

Maiores infromações pelo e-mail kksprenger@gmail.com.

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